Esse problema geralmente está relacionado a entupimento no bocal da cabeça de impressão, bolha de ar no sistema de tinta, ou tinta insuficiente no reservatório. Como as impressoras tank têm reservatórios visíveis, comece verificando o nível de tinta de cada cor. Se os níveis estão OK, o mais comum é entupimento nas mangueiras, especialmente se a impressora ficar muito tempo sem ser utilizada. Faça a limpeza da cabeça de impressão (head cleaning) pelo utilitário do driver: normalmente são 2 a 3 ciclos, com intervalo de alguns minutos entre cada um. Não funcionando procure uma empresa credenciada pelo fabricante.
A limpeza pode ser feita pelo software: acesse o utilitário da impressora no computador, escolha “Limpeza da Cabeça” e aguarde. Após o ciclo, imprima o padrão de teste. Se ainda falhar, aguarde 5 minutos e faça mais um ciclo. Nunca force a limpeza excessiva (mais de 3 ciclos seguidos) — isso gasta tinta e pode danificar a cabeça por superaquecimento, além de encharcar de tinta a caixa de manutenção. Se após 3 ciclos o problema persistir, provavelmente é entupimento severo que requer manutenção técnica.
Sim, isso é uma questão de calibração dos sensores de nível. Impressoras tank monitoram o consumo de tinta de forma estimada (contagem de gotas), não por medição direta do nível real. Quando você completa o reservatório, é necessário informar à impressora que reabasteceu, geralmente segurando um botão específico por alguns segundos. Sem esse reset, a impressora “acha” que o reservatório está vazio mesmo com tinta de sobra. Consulte o manual da impressora, fisico ou digital na página do fabricante.
Não, nunca. Essa é uma falsa economia que pode sair muito cara. As impressoras tank foram projetadas para trabalhar com tintas originais, que têm viscosidade, densidade e composição química específicas. As tintas genéricas podem entupir os bicos e as mangueiras, gerar cores apagadas e causar maior consumo, pois a impressora precisa usar mais tinta para atingir a mesma cobertura. As tintas genéricas possuem geralmente uma pigmentação mais grossa o que danifica a cabeça de impressão. As assistências técnicas Autorizadas dos fabricantes, possuem métodos químicos que atestam a originalidade ou não da tinta e isto dependendo, do problema causado, faz com que você perca a garantia da sua impressora e ai você vê que economizar na tinta não foi viável. Cuidado ao comprar tintas com valores muito menores que as originais, pois os falsificadores conseguem imitar toda a embalagem das tintas, fazendo você pensar que é original e apenas mais barata. Não caia neste golpe.
Listras ou faixas na impressão indicam bicos entupidos na cabeça de impressão. Faça o seguinte na ordem: acesse o utilitário da impressora e execute o Padrão de Teste (nozzle check). Veja qual cor está falhando. Execute a Limpeza da Cabeça (head cleaning) pelo software. Repita o padrão de teste. Se o padrão mostrar melhora mas ainda com falhas, aguarde alguns minutos e repita a limpeza mais uma ou duas vezes. Caso a limpeza por software não resolva, procura uma assistência técnica autorizada da marca.
Isso acontece por reservatório mal encaixado, chip de contato sujo ou reservatório incompatível. Retire e recoloque firmemente. Limpe os contatos elétricos com um pano seco ou levemente umedecido com álcool isopropílico. Verifique se a tinta é do modelo correto para sua impressora. Se o erro persistir com tanques originais, pode ser problema eletrônico na impressora e ai somente uma Autorizada para resolver.
O ideal é imprimir pelo menos 2 a 3 vezes por semana, mesmo que sejam apenas páginas de teste. As impressoras tank têm cabeça de impressão que pode entupir se ficar muito tempo sem uso. O entupimento acontece porque a tinta evapora nos bicos expostos ao ar, formando resíduos sólidos. Se você viajar, dependendo do modelo da impressora, deixe-a ligada na tomada para que ela realize ciclos automáticos de manutenção.
A vida útil depende muito do uso e da manutenção. Em média, uma impressora tank bem cuidada dura de 3 a 6 anos em uso residencial ou comercial leve, e 2 a 3 anos em uso comercial intenso. O principal fator limitante é a cabeça de impressão, que eventualmente desgasta ou entope irreversivelmente. Diferente das impressoras de cartucho, nas tank a cabeça é um componente separado e sua troca pode custar caro.
Verifique se há papel na bandeja, se há mensagem de erro no computador, se a impressora está selecionada como padrão e se o cabo USB ou de rede está conectado. Verifique também se a fila de impressão está travada. Se houver documentos parados, cancele todos e tente novamente. Certifique-se de que a tampa está completamente fechada, pois muitas impressoras têm sensor de tampa. Estas instruções são genéricas, pois podem haver muitos outros problemas relacionados ao funcionamento da impressora, mas observe os itens acima, caso contrário procure uma empresa autorizada.
Os reservatórios devem ser limpos apenas quando houver necessidade de troca de tinta ou suspeita de contaminação. Lave o interior com água destilada morna (nunca água da torneira). Agite suavemente para soltar resíduos, descarte a água e repita até sair limpa. Deixe secar completamente antes de reabastecer e recolocar tinta. Faça a limpeza da cabeça pelo software após recolocar as tintas. Estes procedimentos são delicados e devem ser feitos com cuidado. Se não tiver segurança para realizar os procedimentos, procure uma empresa autorizada e explique o que está acontecendo com a sua impressora.
Esse é um dos problemas mais comuns e geralmente tem duas causas principais: falta de qualidade no papel térmico ou desgaste da cabeça de impressão. A impressão térmica funciona aquecendo pontos específicos da cabeça contra um papel especial que escurece com o calor. Se o papel é de baixa qualidade, ele reage menos ao calor e a impressão fica fraca. Se a cabeça de impressão está desgastada pelo uso prolongado, ela já não aquece uniformemente. Para diagnosticar, faça um teste de impressão pelas configurações da impressora (auto-test). Se o teste sair falhado ou com faixas claras, a cabeça pode estar no fim da vida útil. Se o teste sai bom mas na impressão do dia a dia fica claro, o problema pode ser o software de configuração ou o papel.
A guilhotina (cortador automático) é uma das peças que mais dá problema em impressoras de cupom porque acumula resíduos de papel e poeira. Quando ela começa a falhar — corta parcialmente, não corta, ou faz um barulho diferente — o primeiro passo é fazer uma limpeza mecânica. Desligue a impressora, abra a tampa, remova o papel e observe a lâmina. Com ar comprimido ou um pincel macio, remova os resíduos. Em alguns casos, um cotonete com álcool isopropílico ajuda a remover sujeira grudada. Se a limpeza não resolver, pode ser que a lâmina esteja cega ou o mecanismo esteja desalinhado, o que exige avaliação técnica. Não tente forçar o corte manualmente — isso pode desregular muito o mecanismo.
Quando a impressora não liga, o problema pode estar na fonte de alimentação, no cabo de energia, na chave liga/desliga, ou em componentes internos como a fonte interna ou a placa lógica. Comece pelas verificações mais simples: teste a tomada com outro equipamento, confira se o cabo de energia está bem conectado em ambos os lados, e veja se há algum fusível externo queimado. Se a impressora tem fonte externa (aquele “tijolo” no meio do cabo), experimente outra fonte compatível. Fontes queimam com frequência em regiões com oscilação de energia.Se nada fizer funcionar, procure um técnico especializado.
Cada sistema PDV tem seu método, mas o princípio é sempre o mesmo: a impressora precisa do driver correto instalado no Windows e configurada na porta correta (USB, Serial ou Ethernet). O primeiro passo é baixar o driver mais recente no site do fabricante. Durante a instalação, escolha o modelo exato da sua impressora e a porta de conexão. Para impressoras USB, geralmente o Windows reconhece automaticamente. Para impressoras seriais (porta COM), é preciso verificar qual porta COM foi atribuída pelo sistema. Para Ethernet, a impressora precisa de um IP fixo na rede, e o sistema deve ser configurado com esse IP. Geralmente o pessoal do software tem suporte para ajudar na instalação.
A vida útil da cabeça de impressão térmica é medida em quilômetros de papel impresso. Em impressoras de boa qualidade, a cabeça dura em média entre 100 km e 200 km de impressão. Isso equivale a aproximadamente 2 a 4 anos de uso comercial intenso (uso diário em supermercados, restaurantes, lojas). Porém, esse número varia muito conforme a qualidade do papel térmico utilizado, a frequência de limpeza e as condições do ambiente (poeira, temperatura, umidade). Papel de má qualidade é o principal inimigo: ele é mais abrasivo e desgasta a cabeça mais rápido.
Isso geralmente acontece por bobina mal colocada, papel de espessura inadequada, ou rolo de pressão desgastado. Primeiro, verifique se a bobina está corretamente posicionada no suporte e se o papel está passando pelos sensores e roletes no caminho certo. Às vezes a bobina está encostando em alguma parte da impressora, criando atrito extra. Outra causa comum é a bobina com emenda — papel novo colado no final do anterior. A emenda é mais grossa e pode causar atolamento ao passar pela guilhotina ou pelos roletes.
Cada fabricante usa um padrão de luzes para indicar o estado da impressora, mas existem alguns significados comuns: Luz verde fixa (pronta); Luz verde piscando (recebendo dados); Luz vermelha piscando (falta de papel, tampa aberta ou atolamento); Luz vermelha e verde alternando (erro na guilhotina); Luz vermelha fixa (erro sério). Consulte o manual da sua impressora para decodificar corretamente. Mas uma regra prática: se a luz vermelha acendeu, algo precisa de atenção. Procure um técnico.
Não. Existem dois tipos principais de papel térmico: o comum (sem revestimento) e o com proteção (top coated). O tipo comum é suficiente para a maioria dos cupons fiscais e não fiscais. Já o papel com proteção é mais resistente ao calor, umidade e atrito, ideal para comprovantes que precisam ser arquivados por mais tempo. Além disso, a largura (57 mm ou 80 mm) e o diâmetro externo da bobina devem ser compatíveis com o suporte da impressora.
Muitas impressoras modernas já trazem Wi-Fi e Bluetooth integrados. Se a sua não tem, alguns modelos permitem conectar adaptadores externos nas portas USB Host. O processo geral é: conecte o adaptador, acesse as configurações de rede pelo painel da impressora, procure a rede Wi-Fi desejada e insira a senha. Para Bluetooth, faça o pareamento pelo computador ou tablet. No computador, instale o driver e escolha a opção de conexão via rede ou Bluetooth. As impressoras da Control-ID já tem estes recursos, basta colocar uma adaptador wi-fi ou bluetooth que funciona perfeito.
O desalinhamento é geralmente causado por calibração incorreta do sensor de mídia ou configuração errada de tamanho no software. Faça a calibração automática pela impressora (geralmente segurando o botão pause/feed ao ligar – pressione o botão por alguns segundos e depois solte). Verifique no driver se o tamanho da etiqueta está configurado exatamente: largura, altura e tipo de sensor (gap, refletivo, etc.). Certifique-se de que a bobina está passando corretamente pelos sensores.
Causas comuns: bobina mal colocada, guia lateral apertada demais, etiqueta descolando dentro da impressora ou rolo de pressão desgastado. Verifique se a bobina está centralizada e desliza livremente. Limpe os roletes com álcool isopropílico para remover resíduos de adesivo que podem fazer a etiqueta grudar. Se o rolo estiver muito liso ou duro, precisa ser substituído.
Calibrar é o processo de ensinar à impressora onde começa e termina cada etiqueta na bobina. Deve ser feito sempre que instalar um novo tipo ou formato de etiqueta, após trocar o tipo de sensor, se as etiquetas começarem a sair desalinhadas ou se a impressora estiver pulando etiquetas. A calibração grava esses parâmetros na memória da impressora para que ela alimente o papel corretamente.
Existem três categorias principais. A transferência térmica direta utiliza um papel termossensível que escurece quando submetido ao calor do cabeçote da impressora, dispensando o uso de ribbon. É ideal para etiquetas de prazo de validade curto, como as de supermercados e logisticas de expedição, pois a impressão desbota com a exposição ao sol, calor e atrito.
A transferência térmica indireta usa um ribbon (filme de tinta) que é derretido pelo cabeçote e transferido para a etiqueta, garantindo durabilidade muito maior. Dentro dessa categoria, as mídias sintéticas — como polipropileno (BOPP), poliéster (PET) e vinil — oferecem resistência superior a umidade, produtos químicos, temperaturas extremas e abrasão, sendo amplamente utilizadas em ambientes industriais, câmaras frias, laboratórios e identificação de ativos permanentes.
A escolha depende de três fatores críticos. O primeiro é a durabilidade necessária: etiquetas de expedição temporária que serão descartadas em dias não exigem o mesmo material que a identificação permanente de ativos ou placas de inventário que precisam durar anos. O segundo é o ambiente de uso: em pátios externos, a etiqueta precisa resistir à radiação UV e à chuva; em câmaras frias, precisa suportar temperaturas negativas e condensação; em linhas de produção, pode precisar resistir a óleos e solventes. O terceiro fator é a compatibilidade entre mídia e ribbon: etiquetas de papel com ribbon de cera atendem a logística convencional em ambientes secos e controlados; já etiquetas sintéticas exigem obrigatoriamente ribbon de resina para garantir a adesão e a durabilidade da impressão. A combinação incorreta resulta em impressão borrada, ilegível ou que se apaga rapidamente.
O ribbon é o filme de tinta enrolado em um carretel, usado na impressão térmica indireta. O ribbon de cera é o mais econômico e produz uma impressão de qualidade aceitável em papéis comuns, sendo ideal para ambientes secos e aplicações de curto prazo, como etiquetas de expedição e código de barras temporário. O ribbon de cera-resina (conhecdo também como Misto) oferece uma resistência intermediária a atrito, umidade e temperaturas moderadas, sendo uma opção de equilíbrio entre custo e durabilidade para aplicações como etiquetas de produtos industrializados. O ribbon de resina proporciona a impressão de altíssima durabilidade, resistindo a produtos químicos agressivos, temperaturas extremas (tanto frio quanto calor), abrasão e exposição à UV. É indispensável para etiquetas sintéticas (BOPP) em ambientes industriais severos, como frigoríficos, indústria química, automotiva, laboratórios e identificação de ativos permanentes. A escolha errada do ribbon resulta em impressão que se apaga ao toque ou não adere à superfície sintética.
Limpe a cabeça de impressão a cada rolo de etiqueta trocado, usando um cotonete com álcool isopropílico. Use apenas etiquetas e fitas de qualidade recomendadas pelo fabricante. Evite poeira e resíduos, que causam riscos na impressão. Faça pausas em impressões muito longas para evitar superaquecimento.
Isso acontece principalmente por calibração incorreta ou configuração errada do sensor. A impressora não está detectando o gap (espaço entre etiquetas). Refaça a calibração. Se o problema persistir, limpe o sensor com ar comprimido ou pincel macio. Verifique no software se as dimensões da etiqueta estão exatas. Caso esteja tudo certo e o problema continue, procuro uma empresa especializada neste tipo de equipamento.
Para uso diário, deixe a impressora ligada em modo standby — ela consome muito pouca energia e evita o desgaste do ciclo liga/desliga. Se a impressora ficará semanas sem uso ou em ambiente com muita poeira, é recomendável desligá-la e cobri-la com uma capa protetora. Use sempre estabilizador ou nobreak para evitar sobrecarga em casos de picos de energia ou falta e retorno da energia rapidamente.
O roteador gerencia a rede (NAT, DHCP, Firewall), enquanto o Access Point (AP) tem a função única de transmitir o sinal Wi-Fi. Em empresas, usar roteadores residenciais causa lentidão, pois eles não suportam muitos dispositivos simultâneos. O AP profissional pega o sinal do cabo e o transforma em ondas de rádio com alta capacidade de processamento.
APs profissionais suportam centenas de dispositivos simultâneos, possuem maior alcance, permitem roaming inteligente (mudar de sala sem cair a conexão) e são feitos para funcionar 24/7. Além disso, oferecem recursos avançados de segurança e gerenciamento centralizado.
Modelos indoor são para escritórios e lojas. Modelos outdoor possuem proteção IP67 contra chuva, poeira, vapores e ainda imersão temporária em água, operando em temperaturas extremas. Use outdoor em pátios, estacionamentos ou ambientes industriais agressivos (como câmaras frias ou serralherias).
O roaming permite que um dispositivo migre entre diferentes APs sem desconectar. APs profissionais usam protocolos como 802.11r para que essa transição ocorra em milissegundos, essencial para coletores de dados em armazéns e chamadas VoIP.
Power over Ethernet permite enviar dados e energia pelo mesmo cabo de rede. Isso elimina a necessidade fonte e de tomadas perto do teto ou em postes, simplificando a instalação e permitindo o reinício remoto do equipamento através de um switch PoE, ou seja, apenas pelo cabo ethernet são enviados dados e energia para o funcionamento e comunicação do Access Point.
A frequência 2,4 GHz tem maior alcance mas sofre muita interferência. A 5 GHz é mais rápida e estável, porém com menor alcance. A 6 GHz (Wi-Fi 6E/7) oferece altíssima velocidade e latência zero para ambientes muito congestionados.
Utilize WPA2/WPA3 Enterprise com autenticação individual. Crie VLANs para separar a rede de visitantes da rede administrativa. Mantenha o firmware sempre atualizado para corrigir vulnerabilidades críticas.
É impossível determinar a quantidade de access point que sua empresa vai precisar para atender com boa qualidade de wi-fi todos os usuários e dispositivos que circularão pelo ambiente. Indica-se que seja realizado um levantamento da área e um site survey. No site survey o técnico vai deslocando o access point pelo ambiente e verificando em uma planta do local, qual a cobertura que ele realiza do ponto onde está, para evitar zonas de sombra por onde os dispositivos passarão e não terão comunicação. Selecionados todos os pontos necessários para a cobertura geral do galpão, ai entrão pode-se determinar a quantidade de access point para cobrir todo o ambiente com sinal wi-fi.
Instale APs em paredes laterais em vez do teto alto. Use cabos blindados para evitar interferência eletromagnética de motores. Evite a frequencia 2.4 Ghz e priorize a frequência de 5.x GHz para fugir do ruído de máquinas industriais.
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